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   A Revista Superinteressante é uma das maiores publicações voltadas a Ciência e Tecnologia do país. Conhecida por sua abordagem diferenciada, a Super (como é carinhosamente chamada pelos fãs) foi pela primeira vez levada às bancas em 1987, tendo como principal objetivo divulgar conhecimento de maneira acessível e prazerosa. Atualmente a revista possui uma circulação de cerca de 400 mil exemplares mensais e mais de 1 milhão de curtidas em sua página oficial no Facebook.

 

      A fim de estar bem próxima de seu leitor, a Super se preocupa em estar on-line nas redes sociais. Além da página no Facebook, a revista também conta com um perfil no Twitter. Todavia é o site o maior projeto no meio digital, contendo notícias e as edições anteriores, e as seções de testes e newsgames

 

     O Ciência Aqui bateu um papo com o editor da Super,  Felipe Van Deursen sobre a revista e sua relação com o jornalismo científico.

Entrevista Felipe Van Deursen 

 

Paloma Barbosa

Como surgiu a ideia de criar um site para a Superinteressante? No que o site contribuiu?

Felipe Van Deursen: Na necessidade de evoluir e acompanhar a revolução tecnológica e de informação pela qual passamos. O site contribui da mesma maneira que a revista, informação e entretenimento ao nosso público.

 

Qual é sua opinião sobre a prática do jornalismo científico no meio digital?

FVD: Importante para atrair um público que até então não tinha interesse. Mas muitas vezes peca em erro de informação e sensacionalismo, um problema grande no jornalismo online de forma geral.

A Superinteressante é uma revista conhecida por seu público-alvo. Como que é realizada a transmissão de informações de caráter científico para jovens?

FVD: Não temos um público alvo específico, embora ainda sejamos relacionados a um leitor adolescente. A média dos leitores é de 34 anos, ele é mais maduro do que se imagina. O que precisamos ter em menteé o que falei acima, nossos leitores são diferentes entre si, precisamos buscar informar e agradar a todos.

 

Outra característica da Superinteressante é sua linguagem acessível. Qual é a preocupação de vocês em relação a isso?

FVD: A nossa preocupação é extrema. Quem não sabe escrever de maneira simples não consegue trabalhar aqui.

A Superinteressante é uma tradição, é referência e já está influenciando por isso há 26 anos.

(Confira aqui).

07/10/2013

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